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10 coisas curiosas que você precisa saber sobre o hímen

10 coisas curiosas que você precisa saber sobre o hímen

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Aquela velha imagem de lençóis manchados com sangue celebrados como prova de pureza de uma mulher (mais provavelmente uma menina!) pode não existir mais nos dias de hoje, mas ela nos deixou com algumas impressões equivocadas sobre o hímen.

Dessa forma, muitas jovens ainda se preocupam com o rompimento precoce dessa membrana, pois isso significaria que elas “não são mais virgens”. Se esse é o seu caso, pode desencanar!

Como você vai ver a seguir, o hímen não tem tanto mistério assim e não deve ocupar seus pensamentos mais do que outras coisas verdadeiramente importantes, como a prevenção de uma DST ou gravidez indesejada. Veja só:

1. Cada um é de um jeito

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O hímen é um pedaço de tecido rosado com um orifício no centro que está localizado a 1 ou 2 centímetros depois da abertura da vagina. Porém, assim como o cabelo, as unhas ou o nariz, cada mulher tem um hímen diferente em relação ao tamanho e ao formato.

2. Outras espécies também têm hímen

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Várias outras espécies de mamíferos também têm hímen, como as fêmeas dos porquinhos-da-índia, das toupeiras, das hienas, dos golfinhos, das baleias e dos elefantes-africanos. Porém, entre eles, não existe nenhuma polêmica em relação à virgindade.

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Alguns pesquisadores acreditam que a presença do hímen em algumas dessas espécies se deve à sazonalidade da reprodução, pois ele se reconstituiria e impediria o acesso ao canal vaginal depois da temporada de acasalamento.

3. Não se sabe ao certo qual é a sua função

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Assim como não temos certeza sobre a função do hímen nas outras espécies, também não existe um consenso sobre o papel dele no nosso corpo – inclusive, especula-se que ele seja completamente inútil.

Alguns pesquisadores imaginam que ele ajude a evitar a entrada de bactérias no canal vaginal, mas ainda não há nada que comprove essa hipótese.

4. Ele não desaparece depois do rompimento

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Embora não seja uma regra, o hímen costuma se romper depois da primeira relação e causar um sangramento, mas isso não significa que ele desapareça. Na verdade, a membrana continua ali, só que um pouco mais alongada.

5. Nem todo hímen sangra na primeira relação

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Pobres das nossas antepassadas! Como se sabe hoje em dia, um tipo de hímen mais elástico, chamado de hímen complacente, é capaz de se esticar para permitir a passagem do pênis sem sangrar. Por isso, algumas das mulheres que têm esse tipo de membrana só vão apresentar um sangramento nas relações posteriores, enquanto outras nunca vão sangrar.

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Ainda, o hímen pode já ter se rompido durante a masturbação ou a prática de algumas atividades físicas, de forma que não haverá sangramento na primeira relação sexual da mulher – o que não significa que ela não era virgem!

6. Às vezes, ele pode ser visto externamente

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Por estar localizado a 1 ou 2 centímetros a partir da entrada da vagina, algumas vezes é possível enxergar o tecido remanescente do hímen entre as dobras dos pequenos lábios.

Com ajuda de um espelho, em geral você pode identificá-lo como pequenas protuberâncias de pele rosa-avermelhada, as quais não oferecem nenhum problema para o nosso corpo.

7. Você pode ter nascido sem o hímen

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É uma situação rara, mas algumas meninas nascem sem o hímen e vão continuar assim pelo resto da vida, pois ele se forma durante a fase fetal. E isso, como você já deve desconfiar, não representa nenhum prejuízo para o corpo da mulher.

8. O hímen pode ter mais de um orifício

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O mais comum é o hímen conhecido como anular, que tem um orifício no centro para permitir a passagem da menstruação. Contudo, existe também o hímen septado, que tem um fio de pele atravessando a abertura, o que dá origem a dois orifícios. Ainda, existe o hímen cribiforme, que é parecido com uma rede com vários buraquinhos.

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Esses dois tipos oferecem uma resistência maior do que a do anular, mas não impedem a penetração nem atrapalham a menstruação.

9. E ele pode ser completamente fechado

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O tipo de hímen mais raro de todos é o imperfurado, ou seja, que não tem nenhum orifício e oferece a maior resistência ao pênis.

Geralmente, esse tipo de hímen é descoberto na adolescência, pois ele impede a passagem da menstruação e leva a um acúmulo de sangue no canal vaginal, o que pode causar dores intensas. Essa malformação pode ser corrigida por meio de uma pequena cirurgia.

10. Romper o hímen não dói

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É comum que muitas mulheres sintam dores de intensidade variada na primeira relação sexual. Porém, diferente do que se imagina, isso não acontece por causa do rompimento do hímen, pois ele não tem terminações nervosas.

Na verdade, a dor é causada pelo estiramento da pele e dos músculos da própria vagina, que precisam se adaptar pela primeira vez para receber o pênis. Dessa forma, quanto mais relaxada a mulher estiver, menos desconforto ela vai sentir.

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Aliás, essa é uma coisa sobre a qual nós precisamos conversar: a primeira relação sexual não precisa ser um sinônimo de sofrimento. Muitas vezes, as meninas sentem dor justamente pelo medo que elas têm desse momento, já que sempre ouvimos dizer que “perder a virgindade” é muito dolorido.

Quando a jovem já conhece seu corpo e a primeira relação sexual acontece porque ela decidiu assim, em um ambiente tranquilo e seguro e com uma pessoa legal, as chances de ela estar relaxada e aproveitar o momento sem todo esse desconforto são bem maiores. E, claro, sem se esquecer da camisinha – algo muito mais importante do que o fato de o hímen romper ou não!

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